Suspeita de traição termina com mulher jogando balde de fezes na vizinha em Miami

 Segundo a polícia, mulher de 50 anos invadiu a casa da vizinha por ciúmes e foi presa por invasão de domicílio e agressão

Redação CTN - 15/09/2026 | 09:00

Reprodução 

Uma suspeita de traição terminou em uma situação inusitada e levou uma mulher à prisão em Miami, nos Estados Unidos. Yirsi Esperanza Machado Rivera, de 50 anos, é acusada de invadir a casa de uma vizinha e jogar um balde com fezes humanas sobre ela.

Segundo a polícia, o ataque teria sido motivado por ciúmes. Yirsi suspeitava que a vizinha mantivesse um relacionamento com seu marido.

O caso aconteceu na comunidade Royal Country Mobile Homes, onde as duas mulheres vivem em lados diferentes de um mesmo trailer. Conforme o relatório policial, Yirsi foi até a residência da vizinha por volta das 18h15 e começou a bater na porta.

Quando a moradora abriu, as duas iniciaram uma discussão. Durante a briga, Yirsi teria jogado o conteúdo do balde sobre a vizinha e deixado o local.

Uma testemunha relatou à polícia que a suspeita havia dito anteriormente que tinha defecado em um balde com a intenção de jogar as fezes no rosto da mulher.

Suspeita apresentou outra versão

Durante a abordagem policial, Yirsi apresentou uma versão diferente. Ela afirmou que o vaso sanitário de sua residência estava quebrado e que teria usado o balde apenas para armazenar as fezes e depois descartá-las.

A mulher também disse que a discussão havia ocorrido por causa do mau cheiro e acusou a vizinha de ter batido em sua cabeça com um taco de beisebol.

Apesar da versão apresentada, Yirsi foi presa sob acusações de invasão de domicílio e agressão.

Durante uma audiência de fiança, a juíza Mindy Glazer comentou sobre a situação ao resumir a acusação apresentada contra a suspeita.

“Este é um caso interessante. Ela acha que a vizinha está tendo um caso com o marido dela, então invade a casa da vítima e joga um balde de fezes nela”, afirmou a magistrada.

A Justiça determinou que Yirsi permaneça presa sem direito a fiança enquanto o processo tramita. Ela também foi proibida de se aproximar da vítima e recebeu um defensor público para acompanhá-la no caso.