Trump diz que operações contra o Irã continuam e afirma que líderes militares foram eliminados
Conflito no Oriente Médio se intensifica após ataques e retaliações que deixaram mortos dos dois lados
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um novo pronunciamento neste domingo (1º/3) sobre a operação militar contra o Irã, afirmando que os ataques atingiram centenas de alvos estratégicos e que as ações continuarão até que todos os objetivos sejam alcançados.
Segundo o presidente, foram destruídas instalações da Guarda Revolucionária Iraniana, sistemas de defesa aérea e centros militares. Trump declarou ainda que integrantes do comando militar iraniano “se foram”, indicando a morte de lideranças estratégicas durante a ofensiva.
“As operações de combate continuam neste momento com força total e continuarão até que todos os nossos objetivos sejam alcançados. Temos objetivos muito fortes”, afirmou.
O presidente também lamentou a morte de militares norte-americanos durante os confrontos e prometeu retaliação. “Infelizmente, é possível que haja mais [baixas]”, disse.
Em tom direto, Trump fez um apelo às forças iranianas: “Entreguem as suas armas e recebam total imunidade, ou encarem a morte certa. Não será bonito”, declarou.
Mais cedo, o presidente afirmou que 48 membros da cúpula iraniana foram mortos na operação. Os ataques começaram no sábado (28/2) e atingiram a capital Teerã e outras regiões do país.
Autoridades americanas afirmam que o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, e outras lideranças do regime morreram durante os bombardeios, informação que ainda gera repercussão internacional.
Segundo a mídia estatal iraniana, os ataques deixaram mais de 200 mortos e cerca de 700 feridos. Em resposta, o Irã lançou ofensivas contra bases militares dos Estados Unidos em países do Golfo.
Durante as retaliações, três soldados norte-americanos morreram e outros cinco ficaram gravemente feridos.
A escalada militar eleva a tensão no Oriente Médio e aumenta preocupações globais sobre segurança internacional, estabilidade regional e impactos econômicos, enquanto líderes mundiais acompanham os desdobramentos e pedem contenção para evitar um conflito de maiores proporções.
